Mostrando postagens com marcador William Shakespeare. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador William Shakespeare. Mostrar todas as postagens
sábado, 30 de junho de 2012
sexta-feira, 24 de abril de 2009
William Shakespeare II
~ Soneto 17 ~
Se te comparo a um dia de verão
És por certo mais belo e mais ameno
O vento espalha as folhas pelo chão
E o tempo do verão é bem pequeno.
Ás vezes brilha o Sol em demasia
Outras vezes desmaia com frieza;
O que é belo declina num só dia,
Na terna mutação da natureza.
Mas em ti o verão será eterno,
E a beleza que tens não perderás;
Nem chegarás da morte ao triste inverno:
Nestas linhas com o tempo crescerás.
E enquanto nesta terra houver um ser,
Meus versos vivos te farão viver.
William Shakespeare
Este tá no perfil do meu Orkut!
Fonte da imagem: Vida Amarela.
Se te comparo a um dia de verão
És por certo mais belo e mais ameno
O vento espalha as folhas pelo chão
E o tempo do verão é bem pequeno.
Ás vezes brilha o Sol em demasia
Outras vezes desmaia com frieza;
O que é belo declina num só dia,
Na terna mutação da natureza.
Mas em ti o verão será eterno,
E a beleza que tens não perderás;
Nem chegarás da morte ao triste inverno:
Nestas linhas com o tempo crescerás.
E enquanto nesta terra houver um ser,
Meus versos vivos te farão viver.
William Shakespeare
Este tá no perfil do meu Orkut!
segunda-feira, 20 de abril de 2009
William Shakespeare I
Este é um dos mais famosos poemas (sonetos) deste grande poeta inglês...
When to the sessions of silent thought
I summon up remembrance of things past,
I sigh the lack of many a thing I sought,
And with old woes new wail my dear time’s waste:
Then can I drown an eye, unu`sd to flow,
For precious friends hid in death’s dateless night,
And weep afresh love’s long since cancell`d woe,
And moan the expense of many a vanish`d sight:
Then can I grieve at grievances foregone,
And heavily from woe tell o`er
The sad account of fore-bemoaned moan,
Which I new pay as if not paid before.
But if the while I thing on thee, dear friend,
All losses are restor`d and sorrows end.
Aqui uma tradução...
Quando às sessões do mudo pensamento
Convoco as relembranças do passado,
Sentindo a ausência do que amei, lamento
Com velhos ais, de novo, o tempo amado;
E, avesso ao pranto, os olhos meus inundo
Por amigos que esconde a noite avara:
Penas de amor que já paguei refundo;
Choro o perder de tanta imagem cara.
E me infligindo uma aflição sofrida,
De pesar em pesar repeso agora
O balanço da dor adormecida
Como se fosse o saldo não saldado fora.
Mas se então penso em ti nesse ínterim,
Restauro toda a pena e a dor tem fim.
Outras versões traduzidas: versão 1, versão 2 soneto 30.
When to the sessions of silent thought
I summon up remembrance of things past,
I sigh the lack of many a thing I sought,
And with old woes new wail my dear time’s waste:
Then can I drown an eye, unu`sd to flow,
For precious friends hid in death’s dateless night,
And weep afresh love’s long since cancell`d woe,
And moan the expense of many a vanish`d sight:
Then can I grieve at grievances foregone,
And heavily from woe tell o`er
The sad account of fore-bemoaned moan,
Which I new pay as if not paid before.
But if the while I thing on thee, dear friend,
All losses are restor`d and sorrows end.
Aqui uma tradução...
Quando às sessões do mudo pensamento
Convoco as relembranças do passado,
Sentindo a ausência do que amei, lamento
Com velhos ais, de novo, o tempo amado;
E, avesso ao pranto, os olhos meus inundo
Por amigos que esconde a noite avara:
Penas de amor que já paguei refundo;
Choro o perder de tanta imagem cara.
E me infligindo uma aflição sofrida,
De pesar em pesar repeso agora
O balanço da dor adormecida
Como se fosse o saldo não saldado fora.
Mas se então penso em ti nesse ínterim,
Restauro toda a pena e a dor tem fim.
Outras versões traduzidas: versão 1, versão 2 soneto 30.
Assinar:
Postagens (Atom)
