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sábado, 25 de maio de 2013

25/05/2013

relembrar

Sei que é dificil te esquecer
e que é mais dificil tentar te esquecer
e se esconder
do que sinto, eu não minto

é dificil perdoar
mais dificil se perdoar
então não quero me odiar
e o tempo parece infinito

mas não é! É caro e triste
e querer voltar
e querer relembrar

mas continuo a viver
o que importa é viver
e o tempo, vivê-lo.. até parar...



terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

12/02/2013

Capitulo N - FIM

E agora vou sentindo as dores da morte,
Mas também uma paz que ela trás.
Vou esquecendo teu lindo rosto,
Vou esquecendo teu lindo sorriso,
Vou esquecendo teu beijo,
Mas ainda me resta o gosto dele em meus lábios...
E deles me restam as últimas lembranças
As últimas felicidades... (17-12-2012)
Me perdi por caminhos que não quis andar,
E não andei no único que quis seguir:
Não por covardia, fraqueza ou medo. Mas por escolha...
Uma escolha difícil e crucificante, irritante, e persistente...
Por amor. Um amor lindo e puro. Por uma vida. Amor. Vida. (12/02/2013)
O que eu sempre quis ouvir (dizer) de você foi... Eu te amo.



domingo, 7 de março de 2010



Minhas Lembranças


Quero estar ao teu lado todos os dias.
Beijar tua boca a cada segundo,
A cada minuto...
Sinto teu toque em minha pele!

Quero sentir o teu corpo por toda a minha vida.
Amar-te, e sentir esse amor profundo.
A cada minuto...
Sinto tua mão em mim perdida!

Quero estar ao teu lado por toda a minha vida!
Amar-te, sempre amar-te, por tudo...
Pela eternidade serás minha!

Mas estas são minhas lembranças de uma vida!
Mas sim sonhada, nunca antes vivida...
Mas meu amor a ela e a você me encaminha...

Porto Velho, 4 de maio de 2006.

Autor: Francisco de Assis.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Musa Inspiradora

Hoje lembrei teu jeito meigo de me falar
Lembrei de como foi à primeira vez...
Hoje lembrei os dias, as horas, o mês...

Tudo começou brotar, como remorso
De tudo, o que eu quero sentir, do que não posso...
Talvez tudo fosse o inverso, no meu mundo, talvez...
Talvez tudo o que é, é incerto.

E é um olhar assim
Tão... Perto...
Perto de mim.

Tudo é incerto agora, tudo é tão sem fim
Lembrei que tudo é momento e eu não posso falhar
Não agora, tão perto, tão certo, tento resistir, eu não vejo mais um passo...


Porto Velho, 27 de abril de 2002.

Autor:Francisco de Assis

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Rosa de Agosto...

Tu rosa entre as flores
Do jardim em meu sonho
De agosto a agosto
Tu tens minha dor...

Tu rosa entre as flores
Do meu jardim de sonhos
Meu desejo e desgosto
Levas contigo minha dor.

Tu rosto de rosa entre as flores
Meus sonhos
de agosto...

Tu rosto de rosa entre as flores
És o meu desgosto...
És a minha dor.

Autor: Francisco de Assis.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Soneto a Lua

Assisto a luz da Lua,
Um brilho intenso.
Triste
Pesar

sem calento e pretexto,
Ivento um amor...
...que nunca meu será...
Me disfarço na vida

E na morte certa a esperança
Ei de reclamar meu pranto.
Em desencanto...

Chorarei
e derramarei
toda minha ultima dor...

Autor: Francisco de Assis.
Porto Velho, 22 de julho de 2009.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Soneto de Fidelidade

De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.


Vinicius de Moraes, Rio de Janeiro, 1960.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

William Shakespeare II

~ Soneto 17 ~

Se te comparo a um dia de verão
És por certo mais belo e mais ameno
O vento espalha as folhas pelo chão
E o tempo do verão é bem pequeno.

Ás vezes brilha o Sol em demasia
Outras vezes desmaia com frieza;
O que é belo declina num só dia,
Na terna mutação da natureza.

Mas em ti o verão será eterno,
E a beleza que tens não perderás;
Nem chegarás da morte ao triste inverno:

Nestas linhas com o tempo crescerás.
E enquanto nesta terra houver um ser,
Meus versos vivos te farão viver.

William Shakespeare

Este tá no perfil do meu Orkut!
Fonte da imagem: Vida Amarela.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

William Shakespeare I

Este é um dos mais famosos poemas (sonetos) deste grande poeta inglês...

When to the sessions of silent thought
I summon up remembrance of things past,
I sigh the lack of many a thing I sought,
And with old woes new wail my dear time’s waste:
Then can I drown an eye, unu`sd to flow,
For precious friends hid in death’s dateless night,
And weep afresh love’s long since cancell`d woe,
And moan the expense of many a vanish`d sight:
Then can I grieve at grievances foregone,
And heavily from woe tell o`er
The sad account of fore-bemoaned moan,
Which I new pay as if not paid before.
But if the while I thing on thee, dear friend,
All losses are restor`d and sorrows end.


Aqui uma tradução...

Quando às sessões do mudo pensamento
Convoco as relembranças do passado,
Sentindo a ausência do que amei, lamento
Com velhos ais, de novo, o tempo amado;
E, avesso ao pranto, os olhos meus inundo
Por amigos que esconde a noite avara:
Penas de amor que já paguei refundo;
Choro o perder de tanta imagem cara.
E me infligindo uma aflição sofrida,
De pesar em pesar repeso agora
O balanço da dor adormecida
Como se fosse o saldo não saldado fora.
Mas se então penso em ti nesse ínterim,
Restauro toda a pena e a dor tem fim.


Outras versões traduzidas: versão 1, versão 2 soneto 30.